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quarta-feira, 10 de março de 2010

NOVIDADE: O PÃO DE AÇÚCAR COMESTÍVEL.... HUMMMMM...!

Garcia & Rodrigues vence concurso “Pão de Açúcar do Rio”
Criação do chef Christophe Lidy é eleita para representar o pão oficial da cidade
O Rio de Janeiro agora tem um pão para chamar de seu. Assim como Paris tem suas croissants, Lisboa tem seu pastel de Belém e Nova York é simbolizado por seus muffins, o Rio de Janeiro finalmente acaba de ganhar um pão que traduzirá a cidade e um de seus mais famosos pontos turísticos. Em concurso promovido pela Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar e o Sebrae/RJ com patrocínio da Souza Cruz, foi escolhido o “Pão de Açúcar do Rio” em evento realizado no Morro da Urca no dia 1º de março, Aniversário da Cidade.
Participaram do concurso chefs padeiros com atuação de destaque na capital, que foram selecionados pela curadora, a jornalista Alice Granato. Entre eles Escola do Pão, Brasserie Rosário,Talho Capixaba, Le Pain du Lapin, Casa da Táta, Traiteurs de France, Canto do Pão, Paneteria Degustações e o Garcia & Rodrigues, ganhador do concurso.
A criação do chef Christophe Lidy levou massa folheada que reproduziu em miniatura as formas dos morros Pão de Açúcar e Morro da Urca, recheio de compota de maçã e por fora, crocante de castanha de caju com açúcar.
“Estou muito feliz e orgulhoso por ter criado algo que será representado no Rio de Janeiro e também no Brasil como um símbolo gastronômico para pessoas do mundo inteiro. A idéia do concurso não poderia ter vindo em momento mais oportuno para a auto-estima dos cariocas, que ainda comemoram a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016”, afirma o chef vencedor, Christophe Lidy.
Um júri formado por 20 integrantes, entre jornalistas e conhecedores da área, chefs de cozinha, formadores de opinião e cariocas ilustres votaram nas melhores criações. Foram avaliados critérios como ineditismo, sabor (doce ou salgado), textura, apresentação dos pães e também o pão com maior inspiração no cartão-postal. As opiniões dos jurados tiveram 70% de peso na decisão pelo melhor pão. Os outros 30% foram por voto popular pela internet, através do site www.bondinho.com.br .
“Com o evento, o ganhador terá sua receita reproduzida em diversas padarias da cidade e ainda terá a honra de ter criado o pão mais carioca do Rio”, afirma Maria Ercilia Leite de Castro, diretora geral do Bondinho Pão de Açúcar. Os pães que entraram na disputa também poderão ser comercializados pelos respectivos estabelecimentos participantes.
O pão vencedor, com a assinatura do chef ganhador, será vendido em padarias do Rio certificadas pelo SEBRAE - que atualmente está capacitando 30 micro e pequenas empresas panificadoras - e comercializado nos pontos gastronômicos do complexo turístico.
 Sebrae/RJ vê no concurso “Pão de Açúcar do Rio” a oportunidade de profissionalizar ainda mais o ramo de atividade na cidade. “O Estado do Rio tem aproximadamente seis mil padarias e o concurso é uma das ações do projeto de panificação e confeitaria do estado do RJ que tem como foco fortalecer as micro e pequenas empresas panificadoras do Estado do Rio de Janeiro e é uma chance de ouro para que elas se capacitem a funcionar com foco nas melhores práticas do mercado”, afirma Renato Regazzi, gerente da Área de Desenvolvimento Industrial do Sebrae/RJ.
Mais informações: FSB Comunicações, (21) 3206-5050
Suzana Wester – suzana.wester@fsb.com.br  / Gustavo Pinheiro – gustavo.pinheiro@fsb.com.br

Enviado por Vanya Laseery - Marketing CCAPA - 10-03-2010

terça-feira, 9 de março de 2010

Rio vai receber Air Race em maio

O Globo - 01/03/10

Agora está confirmado: o Red Bull Air Race vai voltar a ter uma etapa no Rio de Janeiro. Nos dias 8 e 9 de maio o Mundial de Corrida Aérea será disputado no Aterro do Flamengo.
O evento deste ano terá mais uma novidade: a participação de um piloto brasileiro, o paulista Adilson Kindleman, de 36 anos.
- Disputar o Red Bull Air Race era o meu sonho há mais de três anos, um sonho que finalmente vou conseguir realizar em 2010. Poder correr em casa diante da torcida brasileira no meu primeiro ano fará essa temporada ainda mais especial.
Em 2007, o Air Race levou uma multidão calculada em um milhão de pessoas à Praia de Botafogo, em um domingo que, verdade seja dita, deu um nó no trânsito da capital carioca.
A etapa do Rio será a terceira da temporada, que começa no dia 27, em Abu Dhabi. Em abril o Red Bull Air Race passa por Perth, na Austrália. O circuito segue, depois do Rio, para Canadá, Nova York, Alemanha, Hungria e Portugal.

Estátua de Nossa Sra. da Aparecida em Niterói.

Estado vai instalar estátua de Nossa Senhora de Aparecida em Niterói

Imagem vai ficar de frente para a estátua do Cristo Redentor.
Projeto depende de liberação de verbas para sair do papel.
Patrícia Kappen Do G1, no Rio

Foto: Divulgação/Emop
Base do monumento seria giratória (Foto: Divulgação/Emop)
Os moradores de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, ganharão um monumento religioso nos moldes do que têm os vizinhos cariocas - o Cristo Redentor. Com apenas 13 metros de altura a menos que a estátua no Corcovado, uma imagem de Nossa Senhora de Aparecida será erguida no bairro de Charitas.
A escultura tem 25 metros e ficará no Morro da Viração, na direção do Cristo Redentor. Segundo o governo do estado, a ideia é que as estátuas fiquem uma de frente para a outra.
R$ 50 milhões
A estrutura será de metal revestida de concreto. A estátua será instalada a 310 metros de altura, no topo do morro, em frente à estação das barcas de Charitas. O projeto de construção prevê uma base giratória, para permitir que a santa fique virada para o público quando houver missas na capela que também será construída no local. O espaço de quatro mil metros quadrados terá capacidade para dez mil pessoas.
Projeto da estátua: monumento ficaria de frente para o Cristo Redentor (Foto: Divulgação/Emop)
O projeto da imagem da padroeira do Brasil foi orçado em R$ 50 milhões e prevê também teleférico, lojas e restaurantes. Além do teleférico, será possível subir de carro, por meio de uma estrada no Parque da Cidade, com dois quilômetros de extensão.
A obra depende da liberação de recursos para ser executada. Segundo o governo, o projeto foi solicitado pelo próprio governador Sérgio Cabral. A construção será de responsabilidade da Empresa de Obras Públicas do Estado (Emop).

Opções de Turismo na comunidade Babilônia

GUIAS
O Guia Legal divulgou ultimamente três opções de Tours na comunidade de Babilônia.
Solicitei me enviem uma informação geral sobre o que oferecem e aportam à comunidade.
Com diferentes propostas, no fim das contas, todos aportam para que este opcional exista.
Envio os e-mails recebidos, e os endereços eletrónicos para assim poder solicitar as informações dos serviços oferecidos.
Gerardo Millone - 9/03/2010

E-mail do Raphael Raine.(resumo)
"Nós da Cooperativa de trabalhadores em reflorestamento e preservação ambiental dos Morros do Leme, Babilônia e São João, atuamos na região desde 1995, recuperamos toda a área natural com o plantio de mais de 200 mil mudas que hoje compões uma bela trilha e um trabalho premiado em todo o Brasil.
Possuímos a licença da prefeitura, para atuar na região e conhecemos profundamente a área para guiar turistas no local..........................................................................................................................................................
Os condutores tiveram capacitação em condução em trilhas e turismo, possuímos guias EMBRATUR.
enfim todo trabalho através de um projeto e hoje em dia como temos a pacificação...............................................................................................................................................
Contamos com a força dos guias e agências para que um trabalho tão valoroso, não seja apenas motivo de arrecadação de capital, mas sim algo sustentável, com qualidade e segurança".
Raphael Raine - Turismólogo responsável. ecoturismobabilonia@gmail.com

E-mail da Isabel Erdmann. (resumo)
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"Faço turismo social, cada turista que faz o tour comigo deixa um dinheiro que vou dar em forma de doação de comida, materiais ou outra coisa para a chreche das comunidades no Chapéu Mangueira ou para o posto de saúde das communidades.
Não dou dinheiro para o reflorestamente porque sei que eles recebem um salário do Rio Sul para fazer reflorestamento e também, contrário a o que ouvi falar da cooperativa, cuidar da única trilha que leva para o topo do morro.Porque quem não tem trilha para chegar nas arvores não pode cuidar dos arvores.
Meu passeio está descrito em inglês (e daqui umas semanas também em português e alemão) no link: http://lemebabilonia.multiply.com/jornal/item/3"
Um abraço:
Isabell Erdmann: isabell27@btopenworld.com

E-mail de Brice de La Sèrviere (resumo)
"Estive com o presidente da Coopbabilonia e associação de moradores da babilônia Carlos e com o presidente da associação dos amigos e moradores de Chapéu Mangueira Valdinei Medina. ........................................................................................................................................................... Existem dois projetos um da comunidade da Babilônia mais antigo e um da associação de moradores de Chapéu Mangueira.
Para deixar bem claro em relação a minha atuação eu sou simplesmente o indutor do projeto de turismo no Chapéu Mangueira ajudando na formação de pessoas e na organização do pólo turístico pois sou amigo de vários anos do novo presidente da AACM do Chapéu Mangueira Valdinei Medina,trabalhando como voluntario. Nosso projeto começou a mais de três anos bem antes da instalação da UPP e com a eleição para presidente do Chapéu Mangueira Valdinei Medina fizemos uma maior divulgação sendo que o programa já estava a dois anos no catalogo de empresas na frança pois tínhamos o apoio da Quimbaya Tours. Fizemos uma maior divulgação com a matéria que saiu na primeira pagina do globo do dia 31/01/2010 realizada a pedido do presidente da associação de moradores do Chapéu Mangueira aonde falamos dos dois projetos. Temos como parceiro a Rios de Historia e já trabalhamos com a BIT a SAS e diversos guias, Hostels e hotéis.
O projeto Chapéu Tour pertence a associação de moradores do Chapéu Mangueira e dos moradores que participam do projeto. Toda a renda das visitas fica na comunidade facilmente comprovado pela prestação de contas da AACM via a contribuição de turismo.
A renda obtida ajudou na pintura da creche realização de mutirões de limpeza no Chapéu Mangueira e despesas da associação.
Os presidentes das duas associações estão a disposição para prestar as devidas informações e penso que os projetos são interessantes e devem ser divulgados pois inserem os moradores no mercado de trabalho de turismo.
Fiz a divulgação para eles mais quero deixar bem claro que estou somente ajudando com meus contatos e experiência(pode entrar em contato com a guia Paula Novaes, Mauro Lippi, Christine Touzé, Raul Melo, Jerome Chardonet para ter as impressões deles sobre o projeto e as visitas).
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O projeto tem por finalidade trazer renda e criar empregos na comunidade além de ajudar a associação de moradores. Para nós guias e uma ótima opção segura e caso tenha a oportunidade de ver o que estamos realizando tenho certeza que ficara tão empolgado quando eu estou. Sou morador do Leme e acho ótimo para min e minha filha que vai crescer no bairro que este projeto funcione.
Desde o começo criamos um restaurante na Laje da Dona Diuza que recebe os turistas para o almoço, estamos organizando Hostels sendo que já existe um em funcionamento além de só utilizar mão de obra da comunidade acompanhantes e transporte.
Pode divulgar os dois projetos da Chapéu Tour e Coopbabilonia pois eles trabalhãm em parceria e pertencem aos moradores através da cooperativa ou associação".
Brice de La Servière: e-mail: chapeutour@hotmail.com, blog: chapeutour.blogspot.com

Envio aqui a informação sobre o grupo Coopbabilonia:
César Zebiranato explicou como o Guia pode contatar os serviços deles. Ligando para a Coop Babilônia, 2295-6649, de segunda a sexta das 9 ás 17 h., pode-se marcar a visita pagando à cooperativa por pax, com mínimo de 3 pax. No caso de ter só um ou dois pax, o valor varia. Um guia credenciado acompanhará a caminhada, sendo o ponto de encontro a entrada da ladeira Ary Barroso no Leme, perto da Paróquia Santa Rita de Cassi na rua Pedro Álvares Cabral. Também pode-se subir pela Lauro Muller em Botafogo.

Palácio Capanema Ameaçado

Arquitetos, o Palácio Capanema e as Olimpíadas.
Caros amigos,

Não gosto de repassar e-mails, mas estou repassando este por ser uma boa causa. Quem esta a frente é o Molon, pessoa que conheço há alguns anos e me parece ter levado a frente suas lutas.
Juntei aqui pessoas especiais, envolvidas na área, e que estão ligadas à Arquitetura e/ou ao patrimônio cultural: (FAU-UFRJ; FEC-Unicamp; Engenharia e Arquitetura -UFJF; UECE; UFC; etc...) Amigos do Rio, São Paulo, Minas e Fortaleza. Gostaria de pedir que ajudem a manter as atividades do Capanema voltadas para a cultura. Acessem ao link do abaixo assinado, votem e divulguem este e-mail para que outras pessoas também possam assinar...
após a leitura do e-mail, poderão acessar: http://www.petitiononline.com/Capanema/petition.html e assinar.
Obrigada e um grande abraço a todos,
Clélia Monastério
Enviado por Cau Barata via e-mail 26-02-2010

domingo, 7 de março de 2010

CARNAVAL DO RIO "Alegria y divisas"

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Publico aqui um artigo do Jornal CLARIN de Buenos Aires do 7 de Março cde 2010. "Alegria y divisas" (do original em espanhol)

Os Carnavais do Rio e São Paulo deixaram a Brasil 557 milhões de dólares em divisas, 9,8 % mais do que em 2009, segundo Embratur. Este ano, as festas do Carnaval bateram recordes de visitantes estrangeiros. Nas rua do Rio se encontraram quase 3,5 milhõesde pessoas (um milhão mais do que o previsto),e, deste número, 800.000 eram turistas (mais do que os 710.000 do ano passado, um 9 % de aumento). Embratur - março 2009.

Gerardo Millone, desde Buenos Aires.
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sábado, 6 de março de 2010

Cristo Redentor passa por restauração.
Obra deve durar mais três mesesFlávio Dilascio , Jornal do Brasil- RIO DE JANEIRO.
Principal ícone da Cidade Maravilhosa, o Cristo Redentor passa por um período de reparos. Há uma semana, o monumento ganhou a companhia de andaimes, técnicos e operários, que vêm executando estudos sobre a qualidade das rochas que compõem a imagem, as quais devem começar a ser restauradas a partir da semana que vem, assim que forem feitas as devidas análises dos problemas externos da estátua. Neste período – que deve durar cerca de três meses – o Cristo será coberto por uma tela transparente, para que fatores naturais não interfiram no processo de restauração.A obra é uma iniciativa da Arquidiocese do Rio, que conta com o patrocínio da mineradora Vale. O investimento total é de R$ 7 milhões. Além da restauração, o compromisso prevê a manutenção e a conservação da estátua e da área do platô pelos próximos cinco anos. Não haverá interrupção da visitação durante este período.– Todos reparos serão feitos de uma forma minuciosa, pois não podemos fazer nenhuma alteração no monumento, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) – afirma o padre Omar Raposo, responsável pela capela do Cristo.Reparos internos
Engana-se quem acha que a obra começou agora. No início de fevereiro, foram feitos reparos internos no monumento, os quais culminaram com a recuperação de várias escadas, desgastadas e enferrujadas em função do tempo.– Neste momento, estamos finalizando a montagem dos andaimes para começarmos as análises das rochas que compõem o monumento – informa a arquiteta responsável pela obra, Márcia Braga. Ela foi designada para o empreendimento pela Cone Engenharia, contratada para executar o empreendimento. Especializada, em restauração, a arquiteta participa de um empreendimento no Cristo pela terceira vez.
05/03/2010

sexta-feira, 5 de março de 2010

COLUNA DO ARNALDO BICHUCHER:
"PANELA CARIOCA"
Verão, 42º a sombra, carnaval, muita praia, muita festa, muita agitação.
Definitivamente esse verão ficará na memória de todos nós, transformando-se num marco, num divisor de águas para a cidade do Rio de Janeiro.
Depois de ter sido confirmada como a sede da final da Copa do Mundo de 2014, tendo o Maracanã como palco, depois de ter sido confirmada como a sede dos Jogos Olímpicos de 2016, depois de começar a receber as UPPs (Unidade Pacificadora da Polícia) nas favelas, depois de começar a receber um Choque de Ordem pública, parece que o Rio caiu nas graças e nas garras do mundo.

Já temos uma nova namoradinha!
Depois de Leila Diniz, depois de Helô Pinheiro e de muitas outras, Madona se apaixonou por nós. Madona se apaixonou por Jesus Luz e ele encarna o espírito de todos nós, nos representa e nos apresenta a ela. Só o Rio pode ter um jornal noticiando que “Madona jantou com Jesus no Rio”, até porque ele, o Cristo Redentor, mora aqui.

Madona já nos visita com freqüência, suas filhas vão a praia de Ipanema, a família faz programas turísticos e se transforma num dos principais ícones da promoção da cidade maravilhosa no exterior.
Cidade do Samba e sambódromo fazem do nosso povo astro principal de uma Ópera sem igual, com direito a espectadores sem igual.

Uma semana antes, Beyoncé fez questão de subir o Corcovado para nos ver melhor. É verdade que causou “frisson”, mas a gente gosta disso.
No primeiro dia de desfile, além da nossa nova namoradinha, nosso principal “affair” estava lá no Sambódromo para conferir de perto “o maior espetáculo da terra”. Paris Hilton trabalhou, se divertiu, namorou e, acreditem, sambou.

Menos conhecidos mas não menos importantes para colorir ainda mais nosso carnaval, Nicole Scherzinger, vocalista do grupo Pussycat Dolls e Gerard Butler, ator que atuou com Rodrigo Santoro em “300” deram as caras e ficaram impressionados com o nosso jeito de celebrar a felicidade e a vida.

Temos de estar atentos aos sinais, nesse caso sinais de positividade. Temos que saber trilhar o caminho que nos levará ao verdadeiro sucesso, colhendo os frutos que estamos plantando.
Com a temperatura e os ingredientes que temos, temos que preparar o banquete mais saboroso do mundo.

A Panela Carioca está fervendo!
PS. E finalmente fazer xixi na rua é proibido e da cadeia!!!
Arnaldo Bichucher - Fevereiro 2010.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Coluna do Arnaldo: Turbulência x Calmaria - Julho 2009



TURBULÊNCIA X CALMARIA
Confesso que demorei a escrever. Por vários motivos, mas o principal é que eu realmente andei meio confuso com tudo o que anda acontecendo por aí. É o Obama, é a crise, é a gripe, não é o porco. É o facebook, é o twitter, é o wi-fi e o wireless. É o Ronaldo, é o imperador, é o tambor, é a corneta, é a África, é a Copa. É CAMPEÃO!!!

O mundo realmente precisa ser repensado, começar de novo.
E no meio desse turbilhão, o turismo, o turista e todos os personagens que fazem essa atividade ser tão apaixonante.

Em nome de interesses individuais e egoístas do ponto de vista humanitário, esquece-se das necessidades básicas de um ser humano para ser feliz. Dentre elas está o viajar, conhecer, trocar, integrar e construir um mundo verdadeiramente globalizado, no bom sentido.

Não nos serve de consolo, mas de alerta, a situação que outros países estão passando quando se trata do turismo receptivo. Imagine Cancún e outros balneários mexicanos. Quantos bares, restaurantes, hotéis, agências, guias; quebraram, fecharam, mudaram de ramo?
Com o alerta das autoridades brasileiras de saúde quanto aos cuidados com as viagens a Argentina e ao Chile, um efeito dominó pode arruinar muita gente e muita empresa. As viagens pré pagas por brasileiros para Bariloche, por exemplo, estão sendo canceladas aos montes. O problema é que a hotelaria local não quer devolver o dinheiro para as agências, que devem acabar arcando com o prejuízo. Quantas poderão continuar existindo, depois de reembolsar seus clientes com seus próprios recursos?

Enquanto aqui estamos sofrendo as conseqüências de uma das mais duras baixas-temporadas da história do turismo receptivo do Rio de Janeiro, em alguns países onde está começando a alta-temporada de inverno , o movimento também não decolou. Movimento há, mas nada comprável com os anos anteriores.

Então o que fazer?

Resistir. Essa é a minha opinião.

Mas uma das maneiras de resistir é estar sempre antenado, atento a tudo e a todos. Cada passo tem que ser muito bem calculado e planejado. Cada vez mais somos sujeitos de nosso próprio destino, é o velho chavão “Depende de nós”. São momentos como o que estamos vivendo que nos trazem também oportunidades, possibilidades. Temos que nos reciclar, reciclar nossos pensamentos e ideais, só assim poderemos seguir em frente. Mexe daqui, mexe dali e no final tudo vai se ajeitando.

No mais temos que torcer para a crise passar, a gripe curar e agosto chegar.
ARNALDO BICHUCHER - Julho 2009

segunda-feira, 13 de julho de 2009

CONHEÇA MAIS A LAURINDA, PARTE DA HISTÓRIA DE SANTA TERESA

LAURINDA SANTOS LOBO

Nasce em Cuiabá aos 4 de maio de 1878. Órfã de pai, a figura paterna da menina seria o tio Francisco Murtinho, quem sustentava a irmã, mãe de Laurinda. Se fala que teve criação em Paris, mas não foi provado. Aos 16 anos vai morar a Santa Teresa. Ao morrer Joaquim Murtinho e, 1911, Laurinda abre seu salão no palacete Murtinho, e herda a companhia Mate-Laranjeira. Era considerada pela sociedade como uma mulher muito elegante, como “uma verdadeira parisiense de Saint-Germaine”. Foi chamada “A Marechala da Elegância”. Mas.. algumas contemporâneas não pensavam o mesmo, dizendo que ela “pecava pelo excesso, com certa falta de gosto ou de discrição. Os vestidos de Paris, podiam encaixar bem nos encontros no salão, mas ás vezes eram mais apropriados aos palcos”. Mas ninguém podia negar que era mulher de sucesso mundano no Rio de Janeiro. Laurinda morre em 1946, e morre com ela uma época onde ela foi protagonista

Curiosidades
Ela viajava com a mão, o motorista e um cachorrinho. Usava três Chryslers: 8665, 3328 e 3595, quando em Santa Teresa ninguém tinha carro. Mas ela andava também de bonde.

Organizava bailes, encontros “intelectuais” com músicos, poetas, e ajudava a muitos deles. Seu aniversário era todo um evento em santa Teresa. Dois presidentes participavam dos encontros: Nilo Peçanha e Epitácio Pessoa.

A poeta e declamadora Margarida Lopes de Almeida participava no salão de Laurinda, e foi a mulher, que segundo alguns historiadores, imortalizou suas mãos quando assistiu o escultor do Cristo Redentor Maximilien Paul Landowsky, quem copiou estas para o Cristo.

Ela tinha apartamento em Paris, 9 Place de la Madeleine, e passava dois meses entre Outubro e Abril, e continuava o Salão em França, recebendo brasileiros e franceses.
O Salão de Laurinda foi durante a década de 20 um ponto de encontro do Modernismo. Ela deu lugar a pessoas consideradas pela alta sociedade de “vulgares”, e é lembrado o momento quando Silvio Caldas tocou violão, para alguns, um escândalo.

Villa-lobos foi um dos protegidos dos anos 1920. Laurinda foi quem levantou a verba que permitiu projetar o músico na capital francesa, em 1924

Ela não era tão cultivada em arte, mas vibrava com o que ela gostava. Assim foi com o quadro O Ovo de Trasila de Amaral. Ela perguntou: Mas eu quero que você me explique, eu gosto de entender; eu sou zebra em questões de pintura moderna. Eu só entendo assim aquilo que é muito óbvio. O que quer dizer esse pauzinho, essa cobrinha, o ovo de cabeça para baixo? – Ah! Dona Laurinda... eu primeiro pintei o pauzinho, ficou muito vazio, ai eu pintei a cobrinha subindo pelo pau, ainda estava vazio. Ai eu pintei o ovo.... – Mas o que quer dizer? – Nada... Ela não falou nada, e comprou um quadro que ela achou mais decorativo.

O marido de Laurinda, Hermenegildo, era uma imagem ofuscada pelo brilho da mulher. Sempre foi reduzido ao estereotipo de marido traído. Mas, na realidade, o casamento “aberto” dos Santos Lobo hoje talvez não despertasse tanto escândalo. Hermenegildo morre em 1941.

Laurinda herdou do tio o amor pelos cães. Ela cuida os cachorros do tio depois da morte deste, e terá seus próprios animais de estimação. Foram conhecidas duas cachorrinhas típicas de madame, Pupée e Chinita.

Durante a guerra o salão teve muitos menos encontros, e ela se dedicou mais aos negócios, ajudada pelo marido. Mas depois da morte deste ela assume por uns meses, mas logo entrega para um sobrinho, Amauri Santos Lobo, ela dizia “Eu não agüento, todo com hora marcada de chegar!”.

Ao morrer Laurinda continua na casa a mãe, Leonor, e o marido desta Francisco Guimarçaes. A mãe da Laurinda, morre com 92 anos (1960), e Francisco no ano seguinte.Antes de sua morte começa o surpreendente processo do espólio de dona Laurinda; A posse da mansão só será concedida ao Instituto Hahnemanniano em 1965. Durante oito anos a casa ficou abandonada. Como não havia vigia, a casa foi arrombada e os saques começaram. Até de caminhão levaram os móveis! Depois foi ocupada por “uma comunidade de baixa renda” e nos anos ´80 pelo narcotráfico. Em 1979 a prefeitura do Rio assina o decreto de desapropriação da casa, e a implantação de um parque público. Em 1993 se oficializa o Parque das Ruínas

Fonte: Laurinda Santos Lobo, mecenas, artistas e outros marginais em Santa Teresa. Hilda machado – Casa da Palavra, 2002.


Centro Cultural Laurinda Santos Lobo


Este centro cultural foi ativado em 1979, numa admirável casa do bairro. Possui uma sala de vídeo, três salas de exposições, auditório e um acervo fotográfico referente a Laurinda Santos Lobo. Laurinda foi uma mulher especial, que deu a Santa Teresa vida e graça no início do século passado com seus saraus, onde prontificavam expoentes da vida cultural internacional como, por exemplo, Villa-Lobos e Isadora Duncan.
Rua Monte Alegre, 306.2242-9741 De terça a sexta, das 10h às 18h e sábado e domingo, das 14h às 18h.

GERARDO MILLONE
PESQUISA


2009

terça-feira, 2 de setembro de 2008

COLUNA DO ARNALDO, 20 de Agosto2008

PROIBIDO ESTACIONAR(Duplo sentido)
Há algum tempo atrás, para ser mais exato 11 (onze) anos, durante o governo do Prefeito Luiz Paulo Conde liderado pela Riotur, foi realizado no Rio de Janeiro o então chamado “Plano Maravilha”.

Representantes de todas as áreas profissionais, representantes de todas as camadas sociais, pessoas, cariocas e até alguns estrangeiros, participaram de um amplo debate sobre como deveríamos pensar a cidade maravilhosa, preparando ela para aqueles que vivem e visitam.

Um dos pontos levantados foi a questão da sinalização turística. Sinalização que indica caminhos a serem percorridos pelo turista que visita nossos atrativos turísticos, assim como sinalização que oriente a ordenação da cidade.

Um problema fundamental de uma cidade como o Rio de Janeiro é a falta de espaço para estacionamento, embarque e desembarque de ônibus, micro-ônibus e vans de turismo. Problema que parecia resolvido na implementação do Plano Maravilha, já que áreas estratégicas foram demarcadas e sinalizadas para tal finalidade.

Doce ilusão. Depois de idas e vindas, o aeroporto internacional não consegue manter livres as vagas para veículos de turismo nos dois terminais, além de ter apenas área de apoio junto ao terminal 1. Mas o aeroporto já virou um tema muito maior, um assunto que se espera (de novo) venha a ser resolvido com as obras que estão previstas para acontecer num futuro próximo, mesmo que a Infraero exponha cartazes dizendo que as obras já começaram. Ao lado da estação do Trem do Corcovado, as baias de estacionamento foram transformadas em praça, que nenhum morador utiliza. Os veículos de turismo foram orientados a estacionar aonde puder, mas como não pode em lugar nenhum...

Em Copacabana a única área que comporta um estoque de veículos de turismo é o Leme, onde sempre se enfrenta problemas, inclusive agora com roubos e furtos.

Restava a Urca, ali em frente a UFRJ, onde vários ônibus, micros e vans utilizavam para esperar passageiros em visita ao Pão de Açúcar. Área que havia sido demarcada e sinalizada para tal finalidade, agora vai virar Vaga Certa. Certa ou errada? Em plena Praia Vermelha, foi reservada uma área de estacionamento para 5 (cinco) vans de turismo. O que já era pouco ficou menor ainda, pois apesar da sinalização é comum encontrar apenas carros de passeio estacionados no local.

Descaso, abandono e desrespeito. Essa é a situação da cidade. A cidade do Plano Maravilha. Nem plano, nem maravilha. De repente é melhor ficar sem turista também. Assim ninguém se estressa, ninguém se aborrece.

Fica apenas a sugestão de um “trade” que trabalha de forma heróica. Não basta a criação de áreas onde os veículos de turismo possam estacionar para esperar seus passageiros embarcarem e desembarcarem. Copacabana, Centro, Urca, Cosme Velho e Aeroporto são pontos chaves. Mas além de demarcar temos de fiscalizar, um agente da Guarda Municipal tem que estar sempre por ali, garantido o espaço e a segurança de todos. Mas isso não dá voto...

Arnaldo Bichucher – 28-Agosto-2008.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

COLUNA do ARNALDO - 23 Junho 2008

Isso é o que importa
Primeiro veio a violência, depois o caos aéreo, aí o dólar despencou e o mosquito da dengue se proliferou. Fica aquele debate sem fim para descobrir quem é o maior vilão, quem causa mais estragos. Não nos damos conta do “moto contínuo” que nos cerca, da “bola de neve” que nos envolve.

Quando a Varig quebrou já tínhamos perdido a Transbrasil e a Vasp. Se somarmos a quantidade de assentos diários que sumiram da noite para o dia, começaremos a nos dar conta da quantidade de pessoas que, mesmo que queiram, não virão ao Brasil.

Quando o dólar chegou perto dos quatro reais, sentíamo-nos a beira do caos. Não podíamos imaginar, com que rapidez, chegaria ao lado oposto, nem como são tão ruins ambos extremos.

Quem lida com exportação no Brasil, viu o país começar a bater recordes em todas as áreas e, de repente, ver as condições básicas favoráveis desaparecerem como num passe de mágica. Dificuldades, obstáculos e desafios foram colocados num mercado que não se rende.

E para quem trabalha com turismo, como essa conjuntura afeta os negócios?

Para começar é preciso que as pessoas, os políticos e o mercado financeiro brasileiro atentem para um detalhe muito importante. No turismo, diferente das outras áreas, o produto exportado não é enviado para fora do país, ele vem pra cá. Pois é, o turista brasileiro que viaja para o mundo gasta lá fora, já o turista internacional que vem ao Brasil é aquele que faz com que divisas entrem no país. Portanto é fácil perceber o quanto estamos perdendo durante todos esses anos, sem que nenhum investimento sério seja feito para que possamos crescer e competir com os principais destinos mundiais.

Se por um lado a infra-estrutura e os serviços turísticos no Brasil evoluíram muito, não é de estranhar que pelo mundo a fora eles já eram melhores e também cresceram e se aprimoraram. Dessa forma continuamos defasados. Por outro lado a verba destinada a promoção e marketing do destino Brasil, ainda é medíocre se comparada a destinos com muito menos apelo e diversidade. Numa eleição municipal o programa de governo de cidades como Rio de Janeiro, Búzios e Parati, para citar apenas três importantes destinos no estado, deveria se basear no programa de governo da sua secretaria de turismo. Uma cidade boa para se morar, certamente será boa para se visitar, e vice e versa.

O ideal de todos é uma cidade limpa e organizada. Uma cidade bonita e sinalizada.

Para que isso seja real teremos obrigatoriamente o envolvimento das secretarias de obras, de transportes e urbanismo. Melhor seria uma cidade segura e saudável, envolvendo as secretarias de segurança e saúde. Como conseqüência natural as secretarias de trabalho, administração, cultura, educação, esporte e lazer, fazenda, governo, meio ambiente, comunicação, etc., estariam se envolvendo num projeto voltado para um empreendimento onde o sucesso é garantido.

Pensar o turismo no Rio de Janeiro de forma global e levar adiante os projetos sérios que transformam essa cidade e esse estado como lugares privilegiados para se viver é pensar grande. Quando isso acontecer é sinal de que muitos possíveis delinqüentes estarão trabalhando no “trade”, é sinal de que a concorrência no setor aéreo vai ser tão grande, que os preços cairão. Mosquito vai continuar existindo, mas a conseqüência de uma picada será apenas aquela coceira incomoda. E o dólar, bem o dólar continuará sendo um tema controverso. Se o câmbio sobe muito, é sinal de que a economia vai mal, logo estamos todos mal. Se o câmbio cai demais, o mercado para. Mas se o destino é caro que seja de boa qualidade pelo menos.

Sem paternalismo, mas sem ufanismo também, o futuro ainda está em nossas mãos. Eleições se aproximam e essa é uma chance de ouro. Quem? Quem fala por mim? Quem faz por mim? Por enquanto eu mesmo! Trabalhando.

E só. Isso é o que importa!

Arnaldo Bichucher – 23 Junho 2008.

domingo, 8 de junho de 2008

COLUNA do ARNALDO - 5 junho 2008

A INVEJA É UMA…!
O carioca tem uma rixa cultural e bem humorada com três personagens do nosso dia a dia, os argentinos, os paulistas e as sogras. Só que atualmente sofremos com a inveja que nos invade, ao visitarmos nossos vizinhos paulistanos ou nossos irmãos “porteños”.
Ao pousar no aeroporto de Buenos Aires (Ezeiza) ou em São Paulo (Guarulhos) e seguir em direção ao centro no intuito de hospedar-se, em ambas as cidades encontraremos sinalização de boa qualidade, pistas com asfalto em boas condições e, principalmente, uma variedade de meios de hospedagem que atende a todos os tipos de visitantes.

Falam de certo grau de exagero, mas não levam em consideração o estado de conservação da pista de chegada e/ou saída do aeroporto internacional do Rio de Janeiro. Uma colcha de retalhos produzida pelas ínúmeras vezes que a operação “tapa buraco” aconteceu ali, produzindo apenas desníveis desconfortáveis para qualquer veículo ou passageiro, mas nunca reformando por completo a primeira e a última impressão que um turista leva da nossa cidade. Isso sem falar do lixo que se acumula diariamente na baía de Guanabara, do lado direito da pista de quem chega ao aeroporto. Aos buracos e à sinalização da Linha Vermelha não darei tanta atenção agora, por falta de espaço e, talvez, por falta de paciência.


Criticam um aparente pessimismo, esquecendo-se do tempo que se encontra fechado o ex Meridien, atual Iberostar. O setor da hotelaria que me desculpe, mas a verdade é que hoje em dia penamos para encontrar reais boas opções para atender grupos de incentivos estrangeiros, já que na disputa desse mercado as cidades que concorrem conosco apresentam um leque muito mais qualificado. Falta de investimento?


Exceto as churrascarias rodízio, quais as outras opções de restaurante para um grupo com mais de 150 pessoas? Opções que consigam combinar bom ambiente, boa comida e bom atendimento.

São Paulo e Buenos Aires hoje são duas cidades que não tem o mesmo apelo turístico que o Rio de Janeiro tem, mas que estão trabalhando duro para mostrarem-se bela, limpa, organizada e agradável. Em outras épocas vimos o “trade” se reunir num só pensamento e numa só atitude, buscando revitalizar a auto-estima do carioca e com isso fazendo nossa cidade brilhar no cenário turístico mundial. Guardamos ainda um resquício da época em éramos capital federal, esquecendo-nos de pensar de forma um pouco mais provinciana, e cuidar da nossa casa, do nosso jardim, da nossa família, tansformando-nos cada vez mais num bom motivo para ser visitado e conhecido.
Ao argentino e ao paulista deixou aqui os meus sinceros votos de parabéns, pelo momento em que se encontram suas principais cidades, Buenos Aires e São Paulo Quanto à sogra… bem, quanto à sogra tudo o que for dito pode ser usado contra nós.


COLUNA DO ARNALDO - 2º MATÉRIA - 5 DE JUNHO DE 2008

quarta-feira, 21 de maio de 2008

COLUNA do ARNALDO - 15 maio 2008

MATARAM A GALINHA (15 maio 2008)

http://www.oguialegal.com/arnaldo-mataramgalinha.htm


Em meio a essa violência urbana descontrolada, ninguém perceber um crime tipicamente rural ocorrido em plena Cidade Maravilhosa. Mataram a galinha!.

Mas não era uma galinha qualquer, era a famosa “Galinha dos Ovos de Ouro”. Isso mesmo, aquela famosa fonte de renda de um grande número de Cariocas e Fluminenses, que dependiam da atividade mais promissora que existe no mundo, o Turismo. E não é que tanto fizeram que conseguiram acabar com o turismo no Rio de Janeiro.

Depois de uma temporada onde o movimento dos cruzeiros marítimos salvou a vida econômica de muita gente, pois no que dependesse do movimento de turistas tradicionais estaríamos perdidos, no mês de maio começamos a chamada “zero temporada”.

O Rio de Janeiro está desgovernado, ou seja, sem governo. Com o dólar desvalorizado, a violência cada vez maior, ruas que são só buraco, dengue matando em números recordes, além dos já tradicionais praias poluídas, falta de infra-estrutura, bandalhas abordando turistas nos aeroportos e atrativos turísticos, não é pessimismo imaginar que vamos de mal a pior.

Quantos guias estão procurando outra atividade para sobreviver? Quantos transportadores estão vendendo parte da sua frota para sobreviver? Quantos empregos diretos e indiretos estão se perdendo com tudo isso?

Mais uma vez vemos a cúpula do “trade” em eventos e reuniões, sempre muito bem humorados, com belos discursos e com previsões pra lá de otimistas, sem levar em consideração a realidade nua e crua que se apresenta para quem atua no campo de batalha, no “front”. Dizer que é do “trade” e ficar sentado dentro de uma sala com ar condicionado na frente de um computador, achando que tudo está dentro dos conformes é muito fácil. Difícil é estar com o turista na rua e ser assaltado junto com ele, não ter aonde estacionar um ônibus ou uma Van enquanto se visita um atrativo, não ter como explicar aquela sujeirada na baía de Guanabara quando o navio atraca, não ter como explicar os preços praticados por determinados serviços sabendo que não correspondem a qualidade esperada.

Durante muito tempo repetimos que o Rio tem uma vocação nata para o turismo. Beleza natural, povo hospitaleiro, etc. Mas se ficarmos dependendo disso vamos morrer na praia, nós e a galinha. Isso mesmo, a galinha dos ovos de ouro, nossa cidade, nosso produto, nosso ganha-pão. Matamos ela achando que ao invés das tripas encontraríamos ouro, esquecemos de um antigo e belo ditado que serviria como meta, objetivo e finalidade para todos os que atuam na área que diz: “Não se deve explorar o turista e sim o turismo.”

Mas se a galinha morreu, o que fazer?

Quem sobreviver verá!!!


Arnaldo Bichucher - "Coluna do Arnaldo" - http://www.oguialegal.com/